Mendoza | Gastronomia

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Os primeiros dias em Mendoza passaram tão rápido que eu mal consigo me lembrar o que comemos (embora eu lembre que teve vinho hahaha). A rotina de passeios clássicos é bem intensa: saímos três dias às 6h30/7hs e só voltamos à noite, fazendo lanches ou comendo onde os guias nos levavam_ o que, convenhamos, tem 99% de chance de ser ruim. E foi, exceto em Los Penitentes, onde eu comi um lomo bem gostoso, mas vou explicar melhor no post sobre o parque.

Tiramos os últimos dias da viagem para ficar "de boa", não acordar tão cedo e comer melhor. Não conseguimos fazer o menu degustação na Bodega Zuccardi que eu queria muito, mas fomos à alguns restaurantes na região central, começando pelo Gio Bar (Chile 1288). Vale dizer que, diferente de Buenos Aires, em Mendoza não nos cobraram cubierto (uma taxa além dos 10% do garçom) em nenhum restaurante e o couvert não era pago. Mais do que isso: nas ocasiões em que comemos todos os pãezinhos, que vêm com molhos deliciosos, eles ainda trouxeram outra porção. No Gio Bar, pedimos um pollo com vino chardonnay e infelizmente não pensamos na possibilidade de ele vir com osso, o que aconteceu. Confesso que isso me deixou meio chateada, mas não a ponto de não recomendar o lugar, que tem também uma adega com boas opções de vinho e preços dentro da média. O almuerzo, com prato principal + postre (que eram frutas assadas caramelizadas) saiu por 95 pesos e com uma taça de vinho saía por 130 pesos.

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Passamos pelo Bute, sigla de Buenas Tertulias (General Espejo, 501), várias vezes enquanto caminhávamos pela cidade e acabamos almoçando lá duas vezes. Na primeira, um risoto de ervilhas e queijo roquefort, que a Luisa repetiu na segunda visita. Eu fui de filet de merluza empanado com mousseline de batata doce. O espaço do Bute é uma gracinha, com mezanino, salão principal e também mesas externas. Além do almoço, eles servem jantar e desayuno (café da manhã) e a boa localização (em uma das esquinas da Plaza Independencia) faz dele uma ótima opção para quem fica no centro de Mendoza.

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Uma das minhas opções gastronômicas favoritas na Argentina são os desayunos. Em Buenos Aires eu provei vários e alguns deles eram quase um almoço de tantas opções. Em Mendoza, conhecemos a BRÖD Panadería (Chile 894) por acaso, passeando pelas calles, e resolvemos voltar para o brunch_ que substitui o desayuno aos domingos. A refeição vem com ovos, prato principal, doces, bebida quente e suco, todos as categorias com várias opções. Fomos de ovos mexidos (na frigideira mini, amei!), quiche de espinafre, funghi e parmesão/ salada de peras grelhadas, Roquefort, alface, rúcula e nozes, torradas com geleia e cream cheese (melhor salada ever!!) / pães do dia (que eram folhados recheados), café e sucos de laranja e limão.

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Também conhecemos alguns bares/restaurantes na calle Aristides Villanueva, o principal point de Mendoza para sair à noite:

PH Bar (Aristides Villanueva 282): o restaurante é bem bonito e descolado e tem as melhores papas fritas que provamos, com um molho delicioso. Também provamos o risoto, os drinks e, no conjunto gastronomia + ambiente + público, o Pê Ache foi o meu favorito!

Antares (Aristides Villanueva 153): o ponto principal do Antares são as cervejas artesanais, sejam as de fabricação própria ou as importadas.

William Brown (Aristides Villanueva 301): fomos à um irish pub numa noite em que eu não queria tomar cerveja, mas provamos lá o tradicional Ojo de Bife_ e chegamos à conclusão de que na Argentina a gente deve pedir um prato para duas, porque na maioria dos lugares não demos conta de comer tudo.

Bar Latina (Aristides Villanueva 245): a rodada dupla de drinks, que geralmente vai até as 21hs nos bares da Aristides, só termina à meia noite no Latina. Tomamos Margueritta, Mojito, Cuba Libre e quebramos um copo. Hahaha