Vienna | Naschmarkt + Viennese food

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Chamam de mercado de pulgas (ou flea market). Eu estava mesmo esperando visitar alguns pela Europa: dizem que os souvenirs e artigos vintage que se encontra neles são incríveis e com ótimos preços. Mas o Naschmarkt, em Vienna, é mais do que isso! Tudo bem que eu não tive muito tempo para percorrer as barracas de antiguidades, mas uma cidade que tem sua própria e reconhecida cozinha merece um olhar mais gastronômico sobre o mercado, de onde saem muitos ingredientes usados nos restaurantes e que é ponto turístico obrigatório (especialmente quando você fica hospedo em frente haha).

Mesmo assim as primeiras fotos do post ainda mostram: 1) scarfs, bandeiras e casacos em uma banca aberta; 2) uma loja fancy de porcelana italiana, dividindo espaço com especiarias turcas à esquerda; 3) aí sim, as frutas (Obst, uma das poucas palavras do meu vocabulário alemão), parte importante especialmente das sobremesas, como o clássico Apfelstrudel, que não é necessariamente viennese mas é facilmente encontrado por lá.

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Depois do Great Market Hall em Budapest, que é mais parecido com os grandes mercados brasileros, o Naschmarkt me pareceu bem diferente por ser aberto, mais com cara de feira. O que eu achei bem legal é que vários restaurantes tinham mesas do lado de fora, o que não era boa ideia com os -6ºC que fazia, mas é uma ótima opção para os dias de verão.

Paramos em uma loja de carnes (?) para comer o Käsekrainer (veja na última foto). Käse, em alemão, significa queijo, que vem em pedacinhos dentro da salsicha, com pão e molhos para acompanhar. Foi um dos lugares mais legais de Vienna, porque os atendentes, apesar de não falarem inglês, interagiram muito com a gente e foi impossível não rir quando dissemos que éramos brasileiros e um deles citou os clichês "futebol, praia, mujeres". Sim, em espanhol! Além disso, ele repetiu "Portugal" duas ou três vezes. Vai saber o que ele quis dizer com isso, mas foi bem divertido! Hahaha

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VIENNESE FOOD: lembro que quando fomos no restaurante da foto abaixo, João, Sandro (um italiano louco que conheci em BH e que foi pra Vienna conosco) e eu estávamos mortos de fome depois de andar muito no Schönbrunn. Por isso não tenho a menor ideia do nome do lugar, o que é uma pena já que era bem tradicional, rústico, com as toalhas em print vichy e atendentes em trajes meio folk, meio viking. Vejam que temos três chopps na mesa, o que significa que João também bebeu. Milagre! haha

Além do couvert de pães, comemos uma Rindsuppe (uma sopa com carne, massa e vegetais), queijo empanado acompanhado de geleia e salada e o Schnitzel, prato mais tradicional da Viennese Food, que é um corte de carne de vitela bem fino e empanado, servido com batatas e salada. Dá pra ver à direita que este não estava muito fino, né?! O tradicional vem na sequência.

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FIGLMÜLLER: eu não sabia que estava indo a um dos mais famosos e turísticos restaurantes de Vienna quando fizemos a reserva (vale dizer que não conseguimos para o principal, só para o da Bäckerstrasse. Ou seja, tem que reservar com antecedência!). Apesar de fugir destes hotspost, o Figlmüller valeu a pena desde o ambiente intimista até o atendimento, mas principalmente pela comida. Aí sim o Schnitzel veio como esperado e eu abri mão da viennese food porque precisava mesmo de uma refeição "de verdade"_ na falta de arroz e feijão, minha segunda opção foi uma massa. Divina, aliás! Outras informações, o cardápio e os endereços no Figlmüller você pode ver aqui.

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Se alguém me perguntar, Vienna não foi uma cidade que eu amei e acho que falo pelo João também, mas na hora de ir embora nós ficamos bem chateados. Acho que demos a "má sorte" de estar muito, muito frio e cinza todos os dias e, como foram poucos dias, eu fiquei com a sensação de que não conheci bem a cidade. Então sim, quero voltar. Mas tirei muitas fotos da arquitetura maravilhosa da cidade que vem aí no próximo post...